Skin Resurfacing & Uniformização
Tratamento de cicatrizes, textura irregular e manchas com tecnologias regenerativas.
Tratamento de cicatrizes, textura irregular e manchas com tecnologias regenerativas.
O skin resurfacing é um protocolo multidisciplinar para tratamento de cicatrizes, textura irregular e discromias. Combina tecnologias regenerativas para promover renovação celular controlada e uniformização da superfície cutânea.
O protocolo utiliza uma combinação de peelings enzimáticos, polinucleotídeos e bioestimuladores selecionados conforme o tipo e profundidade da cicatriz. A abordagem em camadas permite tratar desde marcas superficiais até cicatrizes atróficas mais profundas.
Após avaliação detalhada da pele, desenhamos um plano cronológico que pode incluir de 3 a 6 sessões, dependendo da profundidade e extensão das lesões. Cada sessão é intervalada para permitir a regeneração celular adequada.
O acompanhamento contínuo garante ajustes no protocolo conforme a pele responde ao tratamento.
A experiência varia conforme a tecnologia selecionada para cada sessão. De modo geral, as sessões são realizadas em consultório com preparo prévio da pele, que pode incluir limpeza profunda e desengorduramento.
Procedimentos com peelings enzimáticos costumam ser bem tolerados, com sensação de formigamento ou calor leve durante a aplicação. Após a sessão, pode haver eritema transitório que se resolve em poucas horas.
Sessões de microagulhamento produzem vermelhidão mais intensa, comparável a uma queimadura solar leve, com duração de 24 a 48 horas. A pele pode apresentar descamação fina nos dias seguintes, parte natural do processo de renovação celular.
Aplicações de polinucleotídeos são minimamente invasivas, com recuperação rápida. Leve sensibilidade no local das microinjeções é esperada nas primeiras horas.
Em todos os casos, orientações específicas de cuidados pós-procedimento são fornecidas, incluindo proteção solar rigorosa e suspensão temporária de ativos tópicos.
O protocolo combina tecnologias selecionadas conforme o tipo de lesão, profundidade e fototipo cutâneo:
Peelings enzimáticos — Formulações baseadas em enzimas proteolíticas (papaína, bromelina) e ácidos suaves (mandélico, azelaico) que promovem esfoliação controlada sem agressão térmica ou mecânica. Indicados para discromias superficiais, textura irregular e preparo da pele para tecnologias complementares.
Polinucleotídeos (PDRN) — Fragmentos de DNA purificado que estimulam a regeneração tecidual ao nível celular. No contexto do skin resurfacing, promovem reparo da matriz extracelular na derme superficial, acelerando a resolução de hiperpigmentações pós-inflamatórias e melhorando a qualidade da pele nas áreas de cicatriz.
Microagulhamento — Dispositivo com agulhas estéreis de profundidade ajustável (0,5–2,5 mm) que cria microcanais na pele, estimulando a cascata de cicatrização fisiológica. Promove produção de colágeno e elastina novos, sendo particularmente eficaz para cicatrizes atróficas e poros dilatados.
O plano cronológico é definido após avaliação individual, mas segue uma estrutura típica:
Fase preparatória (2–4 semanas antes): Condicionamento da pele com protocolo domiciliar orientado, incluindo protetor solar rigoroso e, quando indicado, ativos específicos para preparação do fototipo.
Ciclo de tratamento ativo (3–6 sessões): Sessões com intervalo de 2 a 4 semanas, dependendo da tecnologia utilizada e da profundidade do tratamento. Peelings enzimáticos permitem intervalos menores; microagulhamento profundo demanda intervalos maiores para regeneração adequada.
Fase de manutenção: Após o ciclo ativo, sessões de manutenção trimestrais ou semestrais são recomendadas para sustentar os resultados e preter recidivas.
Cada sessão tem duração de 30 a 60 minutos.